Aos Amigos

Sejam bem vindos fiquem a vontade, o conteúdo aqui está livre para ser divulgado e distribuído por todos os meios possiveis

Por você e para você.

Bem vindo(a), espero que esta ferramenta sirva de instrumento de Deus para edificar sua alma e peço que deixe seus comentários.

um abração e
a Paz do Cristo de Deus.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Vigiai, que ninguém vos engane!




INTRODUÇÃO

Por várias razões podemos afirmar que os últimos dias, são os mais difíceis para a igreja de Cristo. Os embates contra ela são direcionados nas suas bases. A igreja foi edificada sobre quatro colunas: A fé, O Serviço, A comunhão, e a Adoração. Há quem pense que a igreja seja constituída de apenas uma coluna, e até ousam afirmar que o Círculo de Oração é a referida coluna, contudo é mais certo considerar que a Oração, e não um departamento, é um componente de uma das quatro colunas. Na ilustração ao lado (Clic k aqui), retratamos a forma da estruturação da igreja. Nela demonstramos que tudo começa com Jesus. A fé deve se fixada em Jesus; o Serviço é realizado em e para Jesus; a Comunhão deve está no modelo de Jesus; e por fim, a Adoração deve ser direcionada somente a Jesus.

É possível se verificar que cada coluna possui seus elementos de constituição, de modo que sem eles a determinada coluna está enfraquecida e põem em risco a estrutura da igreja. Assim sendo a fé será reprovada caso exista sem a revelação, que por sua vez está ligada a Palavra de Deus e gera o Conhecimento do amor, da vontade e do poder de Deus. Não é de mais relembrar que tudo isso deve está em Cristo.

Considerando que na ilustração é possível se observar as demais colunas e com base na explicação que fiz da primeira coluna, o leitor conseguirá entendê-las com os elementos que as compõem e considerando que a proposta desse material não tem a pretensão de trabalhar a eclesiologia, mas sim a de apresentar os perigos que ameaçam a igreja do Senhor Jesus neste fim de sucessão histórica. Assim, passaremos para os assuntos pertinentes ao tema, este introito servirá apenas para entendermos que são nestas bases que o adversário da igreja a ataca e com isso a fragiliza, com o propósito de torna-la em ruina nesse tempo do fim.







terça-feira, 11 de maio de 2010

Estudos Biblicos


Mordomia Cristã 
TEXTO BASE - 1Co 3.1-4.21

INTRODUÇÃO

Denifindo o Termo Mordomia :

Oikonomov = oikonomos

o administrador do lar ou dos afazeres do lar

Um administrador, gerente, superintendente (seja nascido livre ou, como era geralmente o caso, um liberto ou um escravo) para quem o chefe da casa ou proprietário tinha confiado a administração dos seus afazeres, o cuidado das receitas e despesas, e o dever de repartir a porção própria para cada servo e até mesmo para as crianças pequenas

O administrador de um fazenda ou propriedade territorial, um supervisor .
O superintendente das finanças da cidade, o tesoureiro da cidade.

Deus fez de nós despenseios do seu reino -
Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus. 1 Pedro 4:10.

I – Detalhes sobres os Despenseiros.
1. Deus Faz Investimentos neles, Não simplesmente favor.

Em Mateus 24, a partir do v. 14, temos o registro do ensino de Jesus, sobre a que ele assemelha o reino de Deus. Ele nos conta uma parabola para fazer ilustação de alguns aspectos do reino.
a) O Reino e comparado a um um homem que se ausenta e distribui seus talentos aos seus servos (Chamou seus servos e..)

b) Os telentos são dados considerando a capacidade de cada servo.

c) Há a necessidade de se multiplicar o que se recebe.

2. Trabalham para Prestar Contas a Deus, o Reto Juiz: (4.2-5):
O despenseiro fiel tem em vista sempre que prestará contas a Deus do uso que fez do que lhe foi confiado. O seu compromisso é com o seu Senhor (Rm 14.4).

Neste sentido, Paulo não se preocupava simplesmente em agradar homens, mas, em ser fiel ao que o vocacionara. Em breve ele, como todos nós, teria de apresentar-se perante o Senhor.

II – O que todo despenseiro deve saber

1. O que, ou quem ele é. (ver 5 – do texto base)
2. É Deus que faz prosperar o seu serviço (7)
3. A recompensa aqui, que é proveniente da graça, está associada ao trabalho, não ao sucesso (8)
4. Não se pode edificar sobre outro fundamento – (11)

III – Mas Detalhes do Texto Base .

A palavra usada por Paulo (oi)kono/moj) fora empregada por Cristopara se referir ao mordomo fiel(Lc 12.42). Em outra parábola, o contraste é estabelecido através da referência que Cristo fez ao administrador infiel (Lc 16.8), que tem o sentido de «injusto», «iníquo», «perverso».

Para este ofício, além da competência, um ingrediente fundamental era a honestidade; daí Paulo falar que «o que se requer dos despenseiros é que cada um deles seja encontrado fiel (1Co 4.2). Do mesmo modo, Pedro falando à Igreja em geral, diz que devemos servir uns aos outros «cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus. (1Pe 4.10).

Risco de inversão de valores – Paulo questiona (4. 8).

Já estais fartos?
Já estais ricos?
Chegastes a reinar ?
A Igreja de Laodicéia estava tomada por este sentimento, e para Deus seu real estado era outro (Ap 3.17).


IV – Implicações Conclusivas:

1) Mesmo sendo verdade que o crescimento da Igreja provém de Deus, não devemos nos esquecer de nossa responsabilidade: somos cooperadores de Deus; instrumentos por meio dos quais Deus realiza a Sua obra.

Deus mesmo não desce do céu para nós, nem diariamente nos envia mensageiros angelicais para que publiquem sua verdade, senão que usa as atividades dos pastores, a quem destinou para esse propósito.

2) Paciência: Não há lugar para precipitação: Muitas vezes queremos ver o resultado imediatamente, dentro do nosso cronograma e planejamento; no entanto, Deus age sempre no tempo certo.

Sede, pois, irmãos, pacientes, até a vinda do Senhor. Eis que o lavrador aguarda com paciência o precioso fruto da terra, até receber as primeiras e as últimas chuvas. Sede vós também pacientes, e fortalecei os vossos corações, pois a vinda do Senhor está próxima. (Tg 5.7, 8).

3) Lembremo-nos sempre: A Igreja é de Deus; devemos trabalhar, orar e zelar por
ela; no entanto, não somos donos da Igreja.

4) .É da inveja que nascem as disputas, as quais, uma vez inflamadas, se prorrompem em seitas perigosas. Além do mais, a ambição é a mãe de todos estes males.

5) Toda Glória ao Senhor: .Nossa força é fraqueza. Podemos pregar até a hora da nossa morte, mas se o Espírito não for derramado do alto, nossa prega ção não resultará na conversão de uma única alma. Se nosso trabalho alcançar algum sucesso é porque Deus deu o crescimento. Aqueles que abraçam o Evangelho são .nascidos, não da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.. Portanto, quando Deus coloca honra sobre o nosso ministério e faz uso de nós como instrumentos para o crescimento do Seu reino, que não fiquemos orgulhosos. Outrossim, não roubemos a glória que é devida ao Seu nome, nem atribuamos o nosso sucesso a nenhuma sabedoria, habilidade ou santidade da nossa parte.

Devemos colocar a coroa sobre a cabeça do nosso Redentor e sentir que não somos nada. E que a linguagem sincera e piedosa dos nossos cora- ções seja não a nós, não a nós, mas ao Teu nome damos glória por amor à Tua misericórdia e à Tua verdade. (Sl 115.1)

6) Não há diferença qualitativa entre os serviços que prestamos a Deus. O que nos distingue de fato, é se obedecemos ou não aos Seus mandamentos.

7) Todas as coisas pertencem a Deus; nós somos de Cristo, herdeiros com Ele de todas as coisas. Desta forma, devemos viver de tal modo que o Senhor se agrade de nós.

8) Todos somos servos: .Qualquer que seja a posição de um homem dentro de uma igreja, e qualquer que seja o poder que ostente, ou o prestígio de que usufrui, segue sendo um servo de Cristo.


9) Os talentos que Deus graciosamente nos concedeu devem ser usados para sua glória, não ao nosso bel-prazer.

10) Não sejamos precipitados em nossos juízos; somente Deus pode julgar e, de fato o faz, com justiça;

11) Ainda que sejamos injustiçados, devemos permanecer perseverantes em nossa obediência a Deus: Deus, Deus mesmo, julgará todas as coisas no momento certo, com justiça e fidelidade.

terça-feira, 16 de março de 2010

E QUANDO É O INVERSO? João 13

1 Ora, antes da Festa da Páscoa, sabendo Jesus que era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim.
2 Durante a ceia, tendo já o diabo posto no coração de Judas Iscariotes, filho de Simão, que traísse a Jesus,
3 sabendo este que o Pai tudo confiara às suas mãos, e que ele viera de Deus, e voltava para Deus,
4 levantou-se da ceia, tirou a vestimenta de cima e, tomando uma toalha, cingiu-se com ela.
5 Depois, deitou água na bacia e passou a lavar os pés aos discípulos e a enxugar-lhos com a toalha com que estava cingido.
6 Aproximou-se, pois, de Simão Pedro, e este lhe disse: Senhor, tu me lavas os pés a mim?
7 Respondeu-lhe Jesus: O que eu faço não o sabes agora; compreendê-lo-ás depois.
8 Disse-lhe Pedro: Nunca me lavarás os pés. Respondeu-lhe Jesus: Se eu não te lavar, não tens parte comigo.
9 Então, Pedro lhe pediu: Senhor, não somente os pés, mas também as mãos e a cabeça.
10 Declarou-lhe Jesus: Quem já se banhou não necessita de lavar senão os pés; quanto ao mais, está todo limpo. Ora, vós estais limpos, mas não todos.
11 Pois ele sabia quem era o traidor. Foi por isso que disse: Nem todos estais limpos.
12 Depois de lhes ter lavado os pés, tomou as vestes e, voltando à mesa, perguntou-lhes: Compreendeis o que vos fiz?
13 Vós me chamais o Mestre e o Senhor e dizeis bem; porque eu o sou.
14 Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros.
15 Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também.
16 Em verdade, em verdade vos digo que o servo não é maior do que seu senhor, nem o enviado, maior do que aquele que o enviou.
17 Ora, se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as praticardes.

O que você faria se soubesse que morreria amanhã? O que você falaria para as pessoas que te cercam se soubesse que aquelas seriam suas últimas palavras? Quais seriam seus atos se soubesse que seriam seus últimos gestos? Se você fosse um pregador, qual seria o seu último sermão? Essa era exatamente a condição de Jesus. Diz a Bíblia que “sabendo Jesus que era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai...”

Não sei quais suas respostas aos questionamentos, mas vemos O Mestre, nos seus últimos momentos, mais uma vez, se movendo no sentido de dá aos seus discípulos uma grande lição. Ele que antes da encarnação, envolvia e enchia todas as coisas, agora se cerca de uma toalha, cingi-se, os discípulos o observam. Ele prossegue, acostumado a ter todas as águas dos mares na concha de suas mãos, toma uma pequena bacia a enche de água e se agacha. O que vai fazer o mestre? Devia ser o sussurro dos discípulos – Fico imaginando aquelas mãos acostumadas a fazer montanhas, por um instante se dão a lavar dedões, ouso afirmar que o faz com muito mais prazer e objetivando um propósito muito mais glorioso.

Mas o que Pedro pensava, enquanto todos se admiravam, e curtiam o momento mesmo sem entender plenamente?

É possível que seu senso critico fitasse a sujeira dos pés de seus colegas e o levasse a pensar: Como eles são capazes de permitir que o Mestre desça tão baixo? Será que foi isso o que o fez rejeitar que o divino Mestre o lavasse os pés?

Pedro esqueceu-se que Ele sempre desceu para se relacionar com o Homem e desde dantes da existência do primeiro homem em um momento bem remoto, Ele desceu e se agachou, enfiou suas mãos na argila e passou a modelar o corpo do homem, feito a escultura, se curvou bem mais ainda, aproximando seu rosto da criatura inerte, soprou-lhe nas narinas frias e a criatura inanimada tornou-se gente, alma vivente. Fica então. estabelecido um princípio: Na relação Deus e homem, Deus sempre descerá.

Vamos lembrar outros momentos: é claro que Ele nunca desceu tão baixo, como quando se fez homem, servo, e se submeteu a morte de cruz. Podemos dizer que esta descida era visando o coletivo, toda a humanidade, mas antes da morte ele desceu por indivíduos em particular: Desceu (se agachou), para produzir lodo de saliva e terra, e assim fazer os olhos de um cego de nascença e agora, no texto em apreço, desce pretendendo lavar os pés de homens que são seus seguidores e precisam aprender sobre humildade. Esta é a principal lição para aqueles homens. Jesus mesmo diz: “eu vos dei exemplo”.

Vejamos o seguinte:

Exemplo de amor, amor que perdura até o fim (v1), você pode acreditar, Ele amou Judas até o fim. Porque tinha Judas como amigo, e na verdade, só um amigo poderá trair. Ninguém dará exemplo de amor, sem amar até o fim, sem acepção e sem considerar circunstancia.

Exemplo de se despir de suas vestes (v4), ao tirar sua indumentária de Mestre, lhe sobram as vestes de servo, se faz servo. Nenhum líder dará exemplo de humildade sem se despir de suas vestes, sem servir os servos.

Exemplo prático. Ensinar através do exemplo não é a melhor maneira de influenciar as pessoas e inculcar fortemente os princípios ensinados. É a única.. “Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também” (v. 15). A atitude de Jesus é apenas um exemplo. Cabe a nós perpetuarmos os seus ensinamentos.

Porém, voltemo-nos ao Pedro. Vejamos seu comportamento e como ele provoca alguns questionamentos que podem nos trazer uma série de outros ensinamentos.

Teria Pedro um sentimento de excesso de indignidade, que o fazia se sentir indigno de ter os pés lavados pelo Mestre? Sua recusa era uma reprimenda aos seus colegas? Tinha Ele um cuidado, ou zelo ignorante para com o Mestre, que o fazia valorizar mais a vida do Mestre do que a missão do Mestre? Ele, a cerca disso já havia sido advertido em cesárea de filipos (Mt 16.17).

Após a asserção de Jesus, que alegou que se não lavasse os seus pés, Pedro não teria parte com o Ele, Pedro, então se mostrou tão sujo que sentia-se necessitado de lavar pés (relacionado ao caminho por onde se anda), mãos (relacionado as atividades) e Cabeça (relacionado aos pensamentos que se tenha)? Jesus assegurou que ele precisava lavar somente os pés, pois já havia se lavado pelos ensinos do Mestre.

A despeito, do que supostamente pensava o aprendiz Pedro, a postagem questiona:

E quando é o inverso?

Quando determinado seguidor, a exemplo de Judas, precisa lavar seus pés, suas mãos e cabeça, e só expõe os pés?

AH! Isso também é pertinente.

Um abraço!!!!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

"De Insensatos e Loucos, toda Igreja tem um Pouco"

Veja que loucura: Primeiro a revolução industrial (Revolução burguesa), depois o capitalismo, mais adiante os avanços nas ciencias técnólogicas, depois a globalização e agora a instalação de uma nova ordem mundial.  
                 O que presenciamos é uma humanidade numa corrida louca pelos bens terrenos, cada vez mais fomentado por esse "desenvolvimento" cientifico-psiquico-sócio-cultural.

                Não há nada mais louco, mais irracional, do que preferir o efémero ao invés do permentente, correr em  busca do pior em detrimento do melhor. contudo isso é comun nesse mundinho secular, mas a  loucura se agiganta quando percebemos  que em meio aos cristãos essa prática, também tem se tornado comum.
                Apropriadamente lembrei-me de Mata e Maria, em resposta a iquietação de Marta, proviniente dos afazeres próprio do lar - quem sabe na ânsia de servir o melhor prato para seu mestre. veja o Mestre disse:

                Respondeu-lhe o Senhor: Marta, Marta, estás ansiosa e perturbada com muitas coisas;
entretanto poucas são necessárias, ou mesmo uma só; e Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada. (Lc. 10 41,42)

                Acredito que esse texto não serve para embasar comportamentos daqueles que resolveram "viver pela fé", que não possuem compromisso social, não trabalham, não se preocupam em adquirir um profissão, estudar e etc na verdadedevemosentende que a lição do texto é que quando estivermos  buscando a agradar o Senhor, cultuando-o, adorando-o os bens materiais devem ficar fora do plano, ao invés disso, devemos apresentar sede e dependencia dEle.
                Não seria errado afirmar que o comportamento de Marta se repete em nossos dias, mas devemos saber que é insensatez ou loucura agir desta forma.

               Semelhantemente, temos o caso do rico insensato, que após colher abundantemente nos seus campo, em um monólogo, diz:
"direi à minha alma: Alma, tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe, regala-te" (Lc 12 19).

                Acreditar que a comodidade, fruto das riquezas, poderão trazer falicidade, é loucura desmedida, muito mais para aqueles que se dizem cristão.
               A loucura deste homem, não foi ter colhido muito, nem armazenar seus bens, isso demonstra que ele era uma pessoa organizada, um bom emprendedor, mas ao depositar sua confiança e satisfação nas riquezas, foi dezaprovado por Deus. pois nada podemos levar desse mundo (1Tm 6.7). Portanto, nenhu sussesso secular justificará os nossos fracassos com os deveres espirituais.

               Há ainda aqueles tipos de loucos e insensatos que ou estão no rol daqueles que semelhantemente as cinco virgens imprudentes, esperam o noivo, desprovides de azeites na reserva, ou estão no rol do servo imprudente, que enterra o talento que recebe, para não correr riscos de perder.


Existem alguns detalhes nestas parábolas dignos de nota.
mas vou Postá-los noutra vez.









Convide-nos para Eventos em Sua Igreja

Realizamos palestras:
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Conferencias e  Simpósios:
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O Ide - Como Ganhar e Reitegrar Pessoas a Igreja

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Teologia - Básico e Médio - Reconhecido pelo Conselho de Educação e Cultura da CGADB - Período 15 meses.
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

"Ídolos" de DEUS!?


Os ídolos deles (dEle) são prata e ouro, obra das mãos do homem (se fizeram, se acham).

Têm boca, mas não falam (o que Deus quer que falem); têm olhos, mas não vêem ( As "necessidades" de Deus ou do Reino);
têm ouvidos, mas não ouvem (O Clamor das almas); têm nariz, mas não cheiram (a podridão dos seus altares);
têm mãos, mas não apalpam ( Sao insensiveis); têm pés, mas não andam (no caminho que  deveriam andar);
nem som algum sai da sua garganta. (Sl 115 4-7).

Os ídolos vivem pra receber oferendas dos seus devotos,
vivem acomodados (numa inércia) permanentemente num altar (pedestal) sempre acima do devoto, quase sempre envolto em alguma glória ou simbolos de riquesa. e etc.

O apostolo Paulo afirmou: "sabemos que o ídolo nada é no mundo" (1co 8.4).

Ou seja,  eles não são nada, não valem nada, não podem nada, não somam em nada, mas se acham. vivem só de receber, nunca podem dá nada.
estou me referindo aos ídolos de Deus na igreja.

Há entre eles, os que possuem várias identidades, dependendo do ambiente.

O que impressiona é que gente "inteligente" e afortunada se  sacrificam por eles e fazem doações grandiosas a fim de melhorar seus altares.

Sei que o tema da postagem é esquisito, pois na verdade, na concepção de Deus eles não são seus ídolos, ou seja Deus não possue ídolos, contudo creio que muitos dos que se dizem servos (por não servir em nada e pra nada), são como os idolos no mundo, estão aptos a receber, mas são incapazes de morver-se a favor de ajudar no Reino daquEle que tem lhe dado tudo.

por certo você conhece algum desses ídolos?
por favor não cite nomes!

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Pura Humildade de Deus


Um Deus que se faz homem! É surpreendente. Um Deus que, em Cristo, vê e se deixa ver, ouve e se deixa ouvir, toca e se deixa tocar; que se rebaixa à condição humana e se utiliza dos sentidos para fazer-nos entender a chamada à intimidade do seu amor, à santidade. O assombro perante a Encarnação do Verbo move-nos a contemplar com veneração as ações, os gestos e as palavras de Jesus. Quando fazemos assim, descobrimos que tudo na vida de Cristo, do seu nascimento até a morte na Cruz, está repleto de humildade, porque existindo na condição de Deus, não se apegou à sua igualdade com Deus, mas aniquilou-se a si mesmo tomando a forma de servo, feito semelhante aos homens, e sendo reconhecido por condição como homem. Humilhou-se a si mesmo, feito obediente até a morte, e morte de Cruz.

Santo Agostinho afirma: «Se me perguntais o que é mais essencial na religião e na disciplina de Jesus Cristo responderei que o primeiro é a humildade, o segundo a humildade, e o terceiro a humildade»[4]. A humildade do Verbo encarnado, além de mostrar a profundidade do amor de Deus por nós, ensina-nos o caminho real que nos conduz à plenitude desse amor.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

ELUCUBRANDO ou matutando!


Pois, se alguém pensa ser alguma coisa, não sendo nada, engana-se a si mesmo. Gl 8.3.
Aquele, pois, que pensa estar em pé, olhe não caia.  I Co 10:12.      

            Pensar, é um privilégio. só homens e anjos pensam.
            É uma  particularidade de uma mente racional, de um ser pessoal.
            Ora! Deus? Ele não pensa, seu conhecimento é arquétipo, é instantneo, imediato, pleno, não é fragmentado, nem é progressivo.
            Pensar é coisa de pessoas de mentes limitadas.

            Existem bons e maus pensamentos, pensamentos certos é errados, pensamentos positivos e negativos.
            Pensar mau, as vezes pode ser o pensamento certo, porém o pensamento errado, nunca será bom.

Chega a ser incômodo pensar sobre o próprio pensamento. É uma tarefa difícil.
O pensamento é um diálogo do eu comigo mesmo e no momento estou pensando em continuar esses pensamentos depois....

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

O que vale mais?




E aconteceu que, aparecendo o sol, Deus mandou um vento calmoso oriental; e o sol bateu na cabeça de Jonas, de maneira que ele desmaiou, e desejou com toda a sua alma morrer, dizendo: Melhor me é morrer do que viver.
Então perguntou Deus a Jonas: É razoável essa tua ira por causa da aboboreira? Respondeu ele: É justo que eu me enfade a ponto de desejar a morte.
Disse, pois, o Senhor: Tens compaixão da aboboreira, na qual não trabalhaste, nem a fizeste crescer; que numa noite nasceu, e numa noite pereceu.
E não hei de eu ter compaixão da grande cidade de Nínive em que há mais de cento e vinte mil pessoas que não sabem discernir entre a sua mão direita e a esquerda. (Jn 4,8-11)



                   Estamos vivendo uma época de inversão de valores. hoje em dia o "ter vale mais do que o ser", acredito que isso é uma produção do sistema capitalista no qual estamos inseridos.
O mais pertubador é que essa mentalidade tem se enraizado na cultura cristã, e não só entre os menos informados, mas tambem entre os chamados cultos e sobre tudo entre os líderes.

                    É comum encontrar uns que valorizam mais as coisas do que as pessoas, de tal forma que não ficam devendo nada para o comportamento dos papas da idade média, e como naqueles dias surgem descaradamente as prática de vendas de idulgencias e de simonia e etc... Há quem venda igrejas com membros e tudo, recetemente ouvi falar de um determinado pastor que comprou uma igreja no estado de São Paulo por quinza milhões de reais. mas isso é assunto pra uma outra postagem.

            O certo é que na busca do bem está pessoal, impregnados pelo egoismo sìnico, estes individuos valorizam, a exemplo do profeta Jonas, mais um vegetal do que uma nação inteira.

Enquanto digito lembrei-me da história do Gadareno, e do que Jesus Fez para salvá-lo.

Passou a noite orando.
Pôs em risco seus discípulos mediante a fúria do mar.
sofreu desprezo por parte dos demais moradores.
e etc.

ai eu me pergunto!

quem vale mais, um homem ou dois mil porcos?

Vejo que cabe aqui outras perguntas:
quem está avaliando, os donos dos porcos?  os Demônios? ou Jesus?

           Para os donos, os procos valem mais.
          Para os demônios, ambos valem a mesma coisa, tanto que eles aceitam sair de um (homem) para entrar nos outros(porcos),
          Mas para Jesus o homem vale mais, muito mais.

e  para vc, quem vale mais?
as coisas, seja lá qual for, ou as pessoas indistintamente?


Cuidado com as invessões de valores!

Lembre- se do madamento contra o orgulho e o egoismo:

Tende em vós aquele sentimento que houve também em Cristo Jesus,

o qual, subsistindo em forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus coisa a que se devia aferrar,
mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens;
e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz. (Fp 2 5-8)


quarta-feira, 18 de novembro de 2009

O Jesus que nunca conheci




Por Leonardo G. Silva - Th.M.
.



Desde os tempos apostólicos que começaram a circular alguns escritos espúrios cuja pretensão era de ser biografias autenticas de Jesus. O conjunto desses escritos abrange o indigno evangelho de Tomé, o evangelho de Judas, de Pedro, de Nicodemos, de Maria Madalena, de Felipe, de Bartolomeu, o Agrapha e a Declaração de José de Arimatéia. Nenhum deles, é claro, conta com o mesmo grau de inspiração, evidência manuscrita e coerência que os escritos do Novo Testamento. Na era moderna, David Strauss reescreveu a história de Jesus, porém sem os milagres. Tempos depois outro anti-sobrenaturalista chamado Rudolph Bultmann também decidiu escrever uma história não-sobrenatural de Jesus, interpretando os milagres como sendo meros mitos.



Como podemos ver, são muitas as versões absurdas do evangelho, e devido à “evolução” social e tecnológica, isso tende em piorar. A mídia secular tem propagado todo tipo de bizarrice acerca de Jesus. O cinema já apresentou Jesus como hippie, homossexual, roqueiro, etc. Em minha cidade, uma companhia teatral de quinta categoria apresentou a peça “Jesus Pop Star”. A indústria cinematográfica brasileira também apresentou sua versão tendo como protagonista o ator Luiggi Barricheli. Nesse filme há uma cena da tentação no deserto, na qual Luiggi, interpretando Jesus, foge desesperadamente do diabo como se este tivesse algum poder sobre ele. Que mentira! Esse episódio da tentação aparece narrado em Mateus cap. 4 e versículos 10,11: “Então, disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a ele servirás. Então, o diabo o deixou”. Esse é o Cristo dos evangelhos: Poderoso, tremendo, Deus!


O renomado escritor Philip Yancey escreveu um livro chamado “O Jesus que eu nunca conheci”. Fui informado de que é um bom livro (se é verdade, não sei), mas diante de tantas caricaturas de Jesus, creio que já vi o suficiente sobre o tema. Acontece que esse Jesus genérico, caricato, avesso, não é exclusividade da mídia profana: Ele está presente também nos púlpitos de muitas igrejas. Quantos pregadores da atualidade dão tanta ênfase ao poder do diabo, que acabam por obscurecer o poder de Jesus? Meu objetivo não é minimizar o poder do diabo, e sim exaltar o poder do Senhor. O diabo pode até ser um inimigo poderoso, mas o Senhor Jesus é “Todo-Poderoso” (Mateus 28.19).
.
Muito comum nos círculos neo-pentecostais está o Jesus vassalo, do tipo que recebe ordens, gritos, além de ser constantemente desafiado. Frases como: “Jesus, eu determino...”, ou ainda “Se tu és Deus...” são corriqueiras e expressam o tipo de cristianismo capitalista-humanista do século XXI. Mas, para tranquilidade nossa, o Jesus da Bíblia ainda é Senhor (Atos 2.36).
.
Esse Jesus da mídia e dos púlpitos neo-pentecostais é uma heresia teológica destruidora, é blasfemia, chocarrice e mero devaneio humano. É um produto falsificado de péssima qualidade, tipo 1,99. Ele é um projeto da mente humana, fruto do egoísmo, é um placebo religioso que seduz as mentes menos judiciosas. Aqueles que não conhecem as Escrituras e nem o poder de Deus fatalmente cederão ante esse pseudo-cristo, mas a pessoa criteriosa se escandalizará ante o personagem no mínimo curioso, e reconhecerá que esse Jesus não passa de um produto “paraguaio” e que, consequentemente não pode satisfazer as nossas necessidades existenciais. Esse, definitivamente, não é o Jesus que eu conheci.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

PASTORTO, APOSTÔLO, BÍCHOPUS, PROFESTA, EUVEJOALISTA? Quem os deu a Igreja?

E ele deu uns como apóstolos, e outros como profetas, e outroscomo evangelistas, e outros como pastores e mestres,

tendo em vista o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo;
até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, ao estado de homem feito, à medida da estatura da plenitude de Cristo;
para que não mais sejamos meninos, inconstantes, levados ao redor por todo vento de doutrina, pela fraudulência dos homens, pela astúcia tendente à maquinação do erro;
antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo,
do qual o corpo inteiro bem ajustado, e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, efetua o seu crescimento para edificação de si mesmo em amor. (Ef. 4. 11-16).

Não abordarei, não agora, os tópicos que me vem a cabeça ao ler este texto, mas vou mencioná-los, são eles:
1.O MINISTÉRIOS É UMA CONCESSÃO (um presente) DE JESUS A IGREJA! enquanto escrevo lembro que ele nos chamou a atenção, para o fato de que nós, sendo maus, sabemos dá boas dádivas aos nossos filhos, e assegurou que muito mais o nosso Deus, e por certo isso se aplica também a Ele, que só nos dárá só coisas boas. considerando isto o que dizer do corpo ministerial dos dias de hj? São bons? qm nos deu?
2.OS PRÓPOSITOS OU INTENÇÕES DE JESUS AO FAZER ESTA CONCESSÃO! meu senso crítico se manifesta: Está sendo feito o que Jesus pretendeu? seu intento está sendo priorizado? há uma prioridade com o bem está do seu corpo (A Igreja, sua noiva)? ou o que se vê é edificadoores de casa própria, pastores do próprio ventre?


Como falei, naõ abordarei agora sobre estas questões, me votarei para o méríto do Ministerio Eclesial, apontarei a agressão, que penso, estão fazendo aos princípios éticos cristão, relacionados a escolha de obreiros, para tanto vejamos o que o diz: I Tm 3. 1-7


       Esta afirmação é digna de confiança: Se alguém deseja ser bispo deseja uma nobre função.
       É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher, moderado, sensato, respeitável, hospitaleiro e apto para ensinar;
não deve ser apegado ao vinho, nem violento, mas sim amável, pacífico e não apegado ao dinheiro.
Ele deve governar bem sua própria família, tendo os filhos sujeitos a ele, com toda a dignidade.
Pois, se alguém não sabe governar sua própria família, como poderá cuidar da igreja de Deus?
Não pode ser recém-convertido, para que não se ensoberbeça e caia na mesma condenação em que caiu o Diabo.
Também deve ter boa reputação perante os de fora, para que não caia em descrédito nem na cilada do Diabo.


Vamos lá para as “leis do Ministério Eclesial” Matéria da ética Ministerial.

Oque eles não podem :


1- Não pode ser divorciado e casados novamente
2- Não pode ser bebum, apegado ao vinho.
3- Não pode ser violento.
4- Não apegado ao dinheiro. Qual significado da palavra apego?
              Apego: s.m. Sentimento de afeição, de simpatia por alguém ou alguma coisa, ter por prioridade, em preferência. Tedência, ligação, dedicação, afeição, inclinação, amor e etc. 
5- Não pode ter sua casa dividida os filhos devem ser sujeitos aos pais. Primeiro administre bem seu lar para depois administrar a igreja de Deus
6- Não pode ser recém convertido, para não se envaidecer. “Vaidade tudo é vaidade”
7- Deve ter boa reputação na sociedade.


Oque eles devem ser:


1-Moderado:
             O Dicionário Aurélio define moderado como: adj. Que age com moderação, sem exagero; comedido; prudente. Quantos exageros temos presenciados, por conta duma sede desvairada pela vitória, pela fama, pelo sucesso e pela properidade o que temos visto?
             Na mentalidade de muitos líderes o que é um ministério prospero?
É o arrebatar das multidões. A produção frenética do êxtase. O ecoar ensurdecedor dos aplausos e gritos de "aleluia" e "glória a Deus". É a milagromania sedutora. É o acúmulo da bajulação. A agenda tão lotada que sacrifica o espaço sagrado da convivência familiar. É o palco e suas luzes. A exposição repititiva da mídia. A escravização do retorno. É a enfermidade da visibilidade. É o accesso franco ao governo. é o poder politico.


Não seria mais fácil lembrar qual o Propósito de Jesus para o Ministério?




2- Sensato:


Adj. Que tem bom senso. / Prudente, ajuizado, circunspecto, avisado: agir como homem sensato. / Regrado em seus hábitos e conduta.
3- Moderado,


4- Sensato


5- Respeitável


6- Hospitaleiro


7- Educador. (apto para ensinar), Mestre


8-Amável


9-Pacífico


10-Também deve ter boa reputação perante os de fora, aque isso nos remete?


Como uma pessoa que não tem boa reputação perante a sociedade quer líderar a igreja do Mestre?


Como Novos convertidos, tem se tornado através da mídia, um referencial para nossa juventude.


Se tiver feito parte da mídia televisiva então com uma semana já esta pregando, pastores que são aproveitadores que muitas das vezes pegam essas pessoas e fazem deles seu garotos propagandas, fazendo seu marketing ministerial em cima desses irmãos ressem convertidos, que na grande maioria das vezes não tem nem noção do que está acontecendo com eles.


Como caloteiros, ladrões e avarentos querem falar sobre fidelidade nos dízimos e nas ofertas?


Quem é reponsavel por essa decadência Ministerial?
Se Jesus não nos dá coisas ruins, quem nos deu esses Líderes?
Não tenho dúvida que o pecado, a causa está no fato de que os critérios estão sendo ignorados, dando lugar a motivos escusos. Lembremo-nos de como deve ser aquele que deseja o epscopado.


Acredito que os apóstolos utilizaram o mesmo criterio de escolha quando tiveram que escolher o substituto de Judas Iscariote. Correto?


Vamos ao texto de AT 1. 21 a 23.


Portanto, é necessário que escolhamos um dos homens que estiveram conosco durante todo o tempo em que o Senhor Jesus viveu entre nós,
desde o batismo de João até o dia em que Jesus foi elevado dentre nós às alturas. É preciso que um deles seja conosco testemunha de sua ressurreição."
Então indicaram dois nomes: José, chamado Barsabás, também conhecido como Justo, e Matias.


O interessante que o texto enfatiza muito bem que tanto José quanto Matias estiveram com os apóstolos e com Jesus aprendendo e andando com E'le, sairam do meio deles estiveram aprendendo com o Messias o tempo que esteve entre eles.


É a mesma coisa que vemos hoje?


O ter, vale mais que o ser, na observação de quem escolhe.


Em suma, esta postagem é de alguem que está estremamente decepcionado com o sistema que se instalou na Igreja de Deus, mas não dexei de crer que os que são de Deus, nãotem amizade com o mundo.


Enquato postava tentei lebrar dos bons líderes e dos maus líderes de nosso tempo e o resultado? prefiro não comentar.


Faça o mesmo, Deus ajude que o resultado de sua listagem seja mais motivador?


UM ABRAÇO.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Quando uma benção é prejudicial?!


          Na narrativa de Lucas, precisamente no cápitulo cinco do evangelho de Jesus, verificamos que no final de uma noite, um grupo de pescadores, estavam exautos lavando a rede a margem do mar, estavam frustradospor não terem apanhado absolutamente nada. derrepente Jesus por está se sentindo sem abiente para continuar seu sermão, devido a multidão o apertar, solicitou um dos barcos para aquleles homens, justamnete o de Simão Pedro, que cedeu sem nenhuma restrição, após concluir seu semão Jesus deu a ordem para que eles se dirigissem ao alto mar para então lançarem a rede, e eles fizeram isso, e pedro asseverou que embora tivessem pescado a noite toda, num período (noite) propício e em lugares estratégicos para pesca sem nada apanharem, ia fazer isso sob a palavra do mestre. ao obedecerem a palavra experimentaram a maior pescaria de suas vidas. Pedro percebendo a grandeza da benção resolveu dividir com seus companheiros que ficaram na praia e chamando-os para participarem do "puxar a rede" e despescá-las enceram os dois barcos ao ponto de quase afundarem de tanta benção.

Se Pedro não tivesse  dividido, ou compartilhado a benção, a expressão seria desprovido do "quase" e seria mais ou menos assim:
"colocaram tudo no barco ao ponto de afundarem com todos os peixes, inclusive com Jesus". 

Muitos tem  sido abençoados por Deus, mas por falta de copartilhar e de dividir as referidas bençãos acabam afundado com benção e tudo.


quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Diferença Entre Devoção Religiosa e Idolatria


É possível alguém adorar o verdadeiro Deus e cair no pecado de idolatria? Uma pessoa pode devotar-se a outra ou a alguma coisa e ainda assim achar que está promovendo a genuína adoração? A resposta a essas duas perguntas é um sonoro SIM.
Como exemplo, podemos extrair das páginas da Bíblia a história do povo de Israel.


A Serpente de Metal
Quem não conhece a história bíblica da serpente de metal? O povo de Israel, no deserto, murmurou contra Deus e Moisés. Então, o que o Senhor fez? Enviou serpentes ardentes para morder o povo, que logo reconhece tratar-se de um castigo divino decorrente da atitude que vinha cometendo. Os israelitas clamaram a Moisés, e este foi orientado por Deus a erguer uma serpente de metal no meio do acampamento. Aqueles, portanto, que fossem mordidos pelas serpentes abrasadoras tinham apenas de olhar para a serpente de metal para que ficassem livres dos efeitos de suas mordidas. Com o tempo, porém, os israelitas passaram a cultuar a serpente de metal como um ídolo, dando-lhe o nome de Neustã. Tempos depois, em virtude da atitude insensata dos israelitas, o piedoso rei Josias ordenou a destruição dessa serpente, que se havia tornado objeto de adoração para a nação de Israel.

E disse o Senhor a Moisés: Faze-te uma serpente ardente, e põe-na sobre uma haste; e será que viverá todo o que, tendo sido picado, olhar para ela. E Moisés fez uma serpente de metal, e pô-la sobre uma haste; e sucedia que, picando alguma serpente a alguém, quando esse olhava para a serpente de metal, vivia (Nm 21.8-9).


Ele tirou os altos, quebrou as estátuas, deitou abaixo os bosques, e fez em pedaços a serpente de metal que Moisés fizera; porquanto até aquele dia os filhos de Israel lhe queimavam incenso, e lhe chamaram Neustã (2 Rs 18.4).


Templo do Senhor
Em outra ocasião, os judeus passaram a confiar na linhagem davídica e no sacerdócio araônico, para que pudessem salvar-se dos invasores.



Diziam eles: Templo do Senhor, templo do Senhor, templo do Senhor é este (Jr 7.4).

Muito embora os judeus tivessem demonstrado fé no templo do Senhor, que ficava em Jerusalém e era uma de suas glórias, não tiveram eles o livramento esperado. Por isso foram levados cativos por Nabucodonosor para Babilônia (2 Rs 25.8-9). Isso porque eles olhavam para o templo apenas como um meio para se livrarem das forças inimigas. Resultado? Foram culpados de idolatria!


O Que Dizem as Testemunhas de Jeová
As Testemunhas de Jeová corroboram com o nosso ponto de vista de que é possível alguém prestar culto a Deus por meio de uma organização religiosa e, ao mesmo tempo, tornar-se idólatra. Declaram: Se uma pessoa rende serviço em obediência a alguém ou a alguma organização, quer voluntária, quer compulsoriamente, considerando como algo em posição superior de domínio e com grande autoridade, então se pode dizer biblicamente que tal pessoa é idólatra (A Sentinela - 1 de março de 1962. STV. p. 141).
E a pretensão de todas as organizações religiosas é que a adoração a Deus deve ser feita mediante uma ou outra das múltiplas organizações religiosas, com seus grandes e pequenos sistemas clericais, como ‘representantes’ de Deus. Elas também são imagens, obras das mãos dos homens, e destinadas à destruição com todas as outras formas de idolatria (Seja Deus Verdadeiro - 1949. STV. p.137).
Não podemos participar de nenhuma versão moderna de idolatria – seja em forma de gestos adorativos diante de uma imagem ou de um símbolo, seja por imputar salvação a uma pessoa ou a uma organização (A Sentinela - 1 de novembro de 1990. STV. p. 26).
Declaram, ainda, que o fato de alguém se voltar para uma organização religiosa e confiar nela como único meio de salvação não passa de um ato de apostasia moderna. Incrivelmente, essa declaração das Testemunhas de Jeová está ancorada nas palavras do apóstolo Paulo, que disse que, imediatamente após a sua morte, os homens apostatariam da fé verdadeira e passariam a devotar-se às organizações religiosas. O apóstolo João também falou a respeito do mesmo efeito causado pela obra de Satanás. Pedro, por sua vez, declara:

Prometendo-lhes liberdade, sendo eles mesmos servos da corrupção. Porque de quem alguém é vencido, do tal faz-se também servo (2Pe 2.19).

Quanta incoerência das Testemunhas de Jeová! Cabem bem aqui as palavras do apóstolo Paulo em Romanos 2.21a: Tu, pois, que ensinas a outro, não te ensinas a ti mesmo?


A Idolatria das Testemunhas de Jeová
Porventura as Testemunhas de Jeová não se tornam idólatras quando atribuem a salvação à sua própria organização? Chegam a usar da analogia da salvação em relação à arca de Noé, dizendo: Simplesmente não é verdade que todas as religiões conduzem ao mesmo fim. Você precisa pertencer à organização de Jeová e fazer a vontade de Deus, a fim de receber sua bênção de vida eterna (Poderá Viver para Sempre no Paraíso na Terra - Edição 1983. STV p. 255).
As Testemunhas de Jeová condicionam a salvação a duas providências: 1) fazer a vontade de Deus; e 2) pertencer à organização de Jeová, referindo-se à sua própria seita religiosa. De fato, precisamos fazer a vontade de Deus, como ensinou Jesus na oração dominical: ...seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu (Mt 6.10). Mas, pertencer à Sociedade Torre de Vigia, considerando-a o único meio de salvação, é um ato de idolatria. A salvação depende única e exclusivamente do Senhor Jesus:

E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos (At 4.12).

A Sociedade Torre de Vigia declara: Tenha fé na organização vitoriosa de Jeová (A Sentinela - 1 de setembro de 1979. STV. p.12). Devemos, então, perguntar: fé em Deus e no Senhor Jesus Cristo ou em uma organização religiosa? A Bíblia nos oferece a resposta por meio das palavras do próprio Senhor Jesus em João 14.1: Credes em Deus, crede também em mim.


O Escravo Fiel e Discreto
Na Tradução do Novo Mundo, uma publicação da Sociedade Torre de Vigia, a versão de Mateus 24.45 vem da seguinte forma: escravo fiel e discreto. Essa figura é aplicada pelas Testemunhas de Jeová a seus líderes, pessoas encarregadas de distribuir-lhes o alimento espiritual desde 1914. Esses líderes também são conhecidos como Corpo Governante.
Os prosélitos dessa seita afirmam que seus líderes, com ministério sediado no Brooklin, Nova Iorque, recebem orientação teocrática e, por isso, não devem ser questionados em sua autoridade supostamente divina. Ao contrário, devem ser cegamente obedecidos. Pois, segundo crêem as Testemunhas de Jeová, tais homens são os únicos intérpretes infalíveis das Escrituras.
Ainda segundo as Testemunhas de Jeová, a Bíblia não foi escrita para ninguém, a não ser para elas próprias, somente. Ele [Deus] não alimenta cada um individualmente nem designa sobre eles [adeptos da Seita] uma só pessoa. Nenhum estudante individual da Palavra de Deus revela a vontade de Deus, tampouco interpreta a sua Palavra. Deus interpreta e ensina, mediante Cristo, o Servo Principal, que por sua vez usa o escravo discreto como canal visível, a organização teocrática visível (A Sentinela - novembro de 1952. STV. p. 164).
A Bíblia é um livro de organização e pertence à congregação cristã como organização, e não a indivíduos, não importa quão sinceramente creiam poder interpretar a Bíblia. Por esta razão, a Bíblia não pode ser devidamente entendida sem se ter presente a organização visível de Jeová (A Sentinela- 1 de junho de 1968. STV. p. 327).
As Testemunhas de Jeová podem até vir a discordar do ensino do Corpo Governante, mas isso de nada adiantará. Pois é aquilo que o escravo fiel e discreto escreve nas publicações da Sociedade Torre de Vigia que deve ser transmitido de porta em porta quando os adeptos dessa seita saem em seu trabalho de campo: As verdades que havemos de publicar são aquelas que a organização do escravo discreto fornece, e não algumas opiniões pessoais contrárias ao que o escravo providenciou como sendo sustento conveniente (A Sentinela - novembro de 1952. STV, p. 164). E concluem: Os que permanecem leais à organização de Jeová assumem o parecer que os apóstolos tinham, quando muitos dos discípulos de Jesus deixaram de segui-lo. Pedro expressou os sentimentos deles, dizendo: Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras de vida eterna. As ovelhas leais vêem que o caminho da vida é com a organização fiel de Jeová (A Sentinela - 1 de maio de 1963. STV, p. 279).


O Fim da Lei é Cristo
Quem poderia imaginar que as Testemunhas de Jeová, no seu zelo religioso, se assemelhassem àqueles a quem Paulo afirmou:

Porque lhes dou testemunho de que têm zelo por Deus, mas não com entendimento. Porquanto, não conhecendo a justiça de Deus, e procurando estabelecer a sua própria justiça, não se sujeitam à justiça de Deus. Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê (Rm 10.2-4).

Se uma pessoa obedece a alguém ou a alguma organização, voluntária ou compulsoriamente, como algo de domínio superior e de grande autoridade, então pode-se dizer biblicamente que tal pessoa é idólatra.

Renovação custa caro! Estais disposto a pagar?


A águia é uma ave que chega viver até 70 anos. Mas, Para chegar a essa idade, ela tem de tomar uma séria e difícil decisão por volta dos 40 anos. Nessa idade, ela está com as unhas compridas e flexíveis, não conseguindo mais caçar suas presas para se alimentar: seu bico alongado e pontiagudo já está curvo; suas asas estão apertando contra o peito, envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas: e voar já está se tornando uma terfa difícil! Então, a águia só tem duas alternativas: morrer...ou enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar 150 dias.

Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e recolher-se em um ninho próximo a um paredão, onde ela não necessite voar.

Após encontar esse lugar, a águia começa a bater com o bico contra a rocha até conseguir arrancá-lo. Após arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar suas unhas. Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas. E somente depois de cinco meses ela sai para seu famoso vôo de renovação. E poderá viver, então, por mais uns trinta anos.

Em nossa vida, muitas vezes, temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação. Para que continuemos a voar um vôo de vitória, devemos nos despreender de lembranças, costumes e outras tradições que nos causam dor. Somente quando nos livramos do peso do passado é que podemos aproveitar o resultado valioso que uma auto-renovação sempre traz.

Autor: Vários Autores

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Quem Conheceu a Mente do Senhor?

           Não é errado afirmar que a mente humana não possui capacidade, nem agora, nem nunca, de conceber Deus, de forma que possa definí-lo.


Consideremos pois o sentido do termo DEFINIR: é o ato de dá uma definição.



Uma definição pode ser expeculativa, neste caso está ligada aos tratados fillosóficos, as reflexões téoricas da literatura e da religião;

Pode ser também propositiva, quando pretende defender um conceito original.


Os escolásticos vão considerar dois outros tipos de definição:
Nominal - se dependente da explicação etimológica;
Real - se resulta da explicação dos elementos essenciais da realidade ou da coisa designada pelo nome definido.


Definição consiste em explicar o significado de uma palavra, a partir da sua raiz etimológica ou do contexto em que ocorre.


Definir um conceito é, em termos filosóficos e literários, algo mais complexo, pois pode ir além de uma breve explicação, exigindo uma demonstração experimental.


O termo definição vem do latim definitio ou "determinação de limites", que correspondia ao grego horismos, de horizo, isto é, "delimitar", "explicar","dá limite". Na filosofia antiga, a definição é uma operação intelectual apurada que nos permitia aceder à compreensão correta e exata da essência de um ser e do seu lugar ontológico em relação ao universo de todos os seres.

Aristóteles defendeu que uma definição é perfeita quando inclui duas características: o "género próximo" e a "diferença específica". Por exemplo, o homem define-se pelo fato de pertencer ao reino animal (género próximo) e pelo fato de ser racional (diferença específica).


Peço que nesse ponto vc (leitor), pense nisso (sobre tudo nos termos em negrito), aplicado a Deus.


e comente esta primeira parte me ajudando a construir este artigo.


continua................